Apelo à coligação contra a NATO
Na conferência anual da NATO, encontrar-se-ão representantes oficiais dos governos os EUA, da União Europeia e cerca de 200 estrategos militares de alta patente, generais e especialistas em armamento. Mas não para discutir, como afirmam, a segurança. Este encontro é uma conferência de guerra.
A segurança de quem?
A "guerra mundial contra o terror", repressão e controlo nos diferentes países" tudo isto vendido sob a capa de "segurança". Mas: E a segurança de 800 milhões de pessoas, que passam fome, enquanto toneladas de comida são deitadas ao lixo para garantir os lucros da indústria alimentar? E a segurança dos milhões de pessoas, países como a Argentina, onde a competição capitalista pelo melhor local marginaliza sociedades completas como "não lucrativas"? E a segurança de milhões de refugiados de guerra, muitos dos quais morrem nas fronteiras da União Europeia, ao tentar fugir à guerra, fome e pobreza? Estes não são os temas desta conferência. A segurança, acerca da qual fala a NATO e os estrategos da União Europeia, significa expropriação, guerra, racismo, sexismo, repressão e não a vida de milhares de humanos que lutam por todo o mundo.
Contra a guerra global, não deixemos em paz os estrategos da guerra!
Depois da guerra contra o Afeganistão os EUA preparam-se, agora, para a próxima etapa na assim chamada guerra de longa duração contra o terror. O próximo alvo da agressão militar será o Iraque. Uma guerra global permanente do ricos e dos países poderosos contra o resto do mundo está eminente. O climax desta desta nova lógica de guerra foi a ameaça de Bush de utilizar armas nucleares contra todos os países que não se submetam aos ditames do governos dos EUA.
O governo alemão usa esta situação para confirmar os seus desejos imperialistas ao acelerar a reestruturação do exército alemão no sentido de construir uma força de intervenção capaz de actuar em qualquer local do planeta. A Alemanha encontra-se na linha de frente no Afeganistão com as suas forças especiais, com as suas forças navais no Corno de de África e estão a preparar-se para actuar em qualquer local do planeta. A participação nestas guerras é acompanhada é acompanhada por uma política interna de desmantelamento da segurança social, a anulação de direitos democráticos, uma política de imigração racista, o fecho das fronteiras e a militarização de toda a sociedade. A estrutura patriarcal da guerra e a militarização da sociedade afecta, sobretudo, mulheres e crianças. Há uma clara ligação entre a guerra e o aumento da violência masculina, entre guerra e violação, entre militares e prostituição.
Os líderes económicos e militares nos EUA e na União Europeia e na Alemanha vêm-se a eles próprios como "líderes do mundo". Clamam o direito ao acesso ilimitado aos mercados e recursos de todo o mundo. Os EUA, a União Europeia e a Alemanha querem impor os seus interesses económicos e o seu controlo global, se necessário, pelas armas, ou com a NATO ou em tentativas singulares dos EUA ou da União Europeia.
Solidariedade internacional contra a globalização capitalista
A guerra global nada tem haver com os direitos humanos, mas sim com o controlo e domínio da Ásia Central, da região do Golfo e de outras regiões regiões geo-estrategicamente importantes, com o recursos de gás e petróleo, conservação dos privilégios de poucos poucos nas metrópoles e com os lucros das grandes empresas, bancos e indústrias de armamento. Por isso, nos mobilizamos, tal como no ano passado, juntamente com a coordenação Suíça anti-OMC contra o encontro da elite económica, em 25 de Janeiro de 2003, em Davos e contra o encontro na elite militar, no dia 8 de Fevereiro, em Munique.
A resistência não pode ser detida!
Em 2002 tivemos, apesar da proibição de manifestações durante 3 dias, uma manifestação com milhares de pessoas contra a conferência da guerra em Munique. A tentativa de calar os que se opõem a política assassina da NATO com proibições e violência policial e tentar deter os protestos, antes mesmo de começarem, falhou. Esta anulação dos direitos civis não foi aceite. A tentativa de criminalizar a manifestação com a difamação de "caótica" e "violenta" também falhou. O mote da última manifestação - "de Génova a Munique" - expressou o nosso objectivo político: unir os movimentos contra a guerra e a globalização capitalista. A expropriação global e a sua implementação forçada e militar são as duas faces da mesma moeda. Este foi, e ainda é, o ponto fulcral da mobilização: Denunciar e tornar claro que as estratégias militares da NATO e à União Europeia que: "Vocês não são bem vindos, aqui ou em qualquer outro lugar!"
Achamos que não é propósito do movimento de protesto ser amado pelos lideres do mundo. Somos uma coligação de vários grupos com diferentes conceitos de protesto e resistência. A diversidade não nos deixará dividir em "bons" e "maus", mas sim possibilitar que escolhamos a forma de protesto individualmente. Fazemos parte do movimento mundial de resistência que se tem vindo a desenvolver desde Seattle, Praga, Porto Alegre, Génova e Barcelona e que começa a trabalhar também contra a política de guerra dos países da NATO.
Apelamos a que tomes parte da manifestação internacional contra a Conferência para a Segurança da NATO, nos dias 7 e 8 de Fevereiro, em Munique.
Afiramos que os protestos contra a conferência da guerra terão lugar sob quaisquer circunstâncias. O nosso direito de expressão e o nosso direito à manifestação não podem ser banidos ou limitados por nenhuma proibição.
Anda a Munique.
A resistência continua. Juntos, determinados e criativos.
Um outro mundo é possível.
Os seguintes eventos já estão planeados:
Congresso contra a Guerra 10 a 12 de Janeiro na sede da central sindical (DGB-Haus)
Sexta-Feira \x{2013} 7 de Fevereiro
Manifestação de protesto contra a recepção dos estrategos da guerra por parte do presidente da câmara de Munique, às 17h00m, Marienplatz.
Sábado \x{2013} 8 de Fevereiro
Ma-nifestação Internacional: 12h00m, Marienplatz.
Primeiros subscritores:
First supporters:
ainfos.de, Antiapartheidsgruppe Kiel, Antifaschistisches Aktionsbündnis 9.6. Kaiserslautern, Antifaschistische Aktion Hannover, Antifaschistisch Kämpfen! (AKM) München, Arbeitskreis Internationalismus (AKI), area antagonista campana-Rete Noglobal (Napoli), AStA der Ev. Fh Nürnberg, ASTA der Geschwister-Scholl-Uni München, Auslandsbuero der Revoltionaere Partei Arbeit Iran (Red-Toufan), Autonome Gruppe mit BISS " Verein zur Förderung von Gegenkultur - Augsburg, Axis of Evil, Bundersweite Antimilitaristische Koordination - Krieg ist Frieden - (KiF), collettivo dell'orientale (Napoli), Deutscher Freidenkerverband München, DKP München-Moosach, DKP Südbayern, fels (für eine linke Strömung), FI Eierplätzchen Köln, FI Traunstein -Traunreut - Trosberg (FIT), Förderation demokratischer Arbeitervereine - DidF, Friede den Hütten e.V. - Bubach, Freitagscafe München, Gewerkschaft Erziehung + Wissenschaft GEW - München, IG-Metall-Jugend München, Infogruppe Rosenheim, KB-Nürnberg, kulturförderverein wichtig e.v. münchen, Landesausschuss der Studentinnen und Studenten (LASS) / GEW Bayern, Libertad!, Med-Kulturhaus München, moviment d'objecció de consciència (MOC-València, Spain), Münchner Bündnis gegen Rassismus, Netzwerk Selbsthilfe e.V., Ökumenisches Büro für Frieden und Gerechtigkeit e.V., Organisierte Autonomie - Nürnberg, pat-ex München, PAULA Memmingen, PDS " Landesverband Bayern, PDS Gruppe - Stadtrat München, PDS-München, PDS Landesverband Bayern, Rote Aktion Kornstraße (RAK) Hannover, RSB " Revolutionär Sozialistischer Bund - IV. Internationale, SDAJ " Gruppe Ansbach, SDAJ " Landesverband Bayern, SDAJ Bundesvorstand, SDAJ Gruppe München, SJD - Die Falken (Bezirk N/O), SJD " Die Falken, Regensburg, ['solid] - die sozialistische jugend Landesverband Bayern, Sozialistische Alternative (SAV), Sozialistische Linke Karlsruhe, Ver.di - Jugend München
A "guerra mundial contra o terror", repressão e controlo nos diferentes países" tudo isto vendido sob a capa de "segurança". Mas: E a segurança de 800 milhões de pessoas, que passam fome, enquanto toneladas de comida são deitadas ao lixo para garantir os lucros da indústria alimentar? E a segurança dos milhões de pessoas, países como a Argentina, onde a competição capitalista pelo melhor local marginaliza sociedades completas como "não lucrativas"? E a segurança de milhões de refugiados de guerra, muitos dos quais morrem nas fronteiras da União Europeia, ao tentar fugir à guerra, fome e pobreza? Estes não são os temas desta conferência. A segurança, acerca da qual fala a NATO e os estrategos da União Europeia, significa expropriação, guerra, racismo, sexismo, repressão e não a vida de milhares de humanos que lutam por todo o mundo.
Contra a guerra global, não deixemos em paz os estrategos da guerra!
Depois da guerra contra o Afeganistão os EUA preparam-se, agora, para a próxima etapa na assim chamada guerra de longa duração contra o terror. O próximo alvo da agressão militar será o Iraque. Uma guerra global permanente do ricos e dos países poderosos contra o resto do mundo está eminente. O climax desta desta nova lógica de guerra foi a ameaça de Bush de utilizar armas nucleares contra todos os países que não se submetam aos ditames do governos dos EUA.
O governo alemão usa esta situação para confirmar os seus desejos imperialistas ao acelerar a reestruturação do exército alemão no sentido de construir uma força de intervenção capaz de actuar em qualquer local do planeta. A Alemanha encontra-se na linha de frente no Afeganistão com as suas forças especiais, com as suas forças navais no Corno de de África e estão a preparar-se para actuar em qualquer local do planeta. A participação nestas guerras é acompanhada é acompanhada por uma política interna de desmantelamento da segurança social, a anulação de direitos democráticos, uma política de imigração racista, o fecho das fronteiras e a militarização de toda a sociedade. A estrutura patriarcal da guerra e a militarização da sociedade afecta, sobretudo, mulheres e crianças. Há uma clara ligação entre a guerra e o aumento da violência masculina, entre guerra e violação, entre militares e prostituição.
Os líderes económicos e militares nos EUA e na União Europeia e na Alemanha vêm-se a eles próprios como "líderes do mundo". Clamam o direito ao acesso ilimitado aos mercados e recursos de todo o mundo. Os EUA, a União Europeia e a Alemanha querem impor os seus interesses económicos e o seu controlo global, se necessário, pelas armas, ou com a NATO ou em tentativas singulares dos EUA ou da União Europeia.
Solidariedade internacional contra a globalização capitalista
A guerra global nada tem haver com os direitos humanos, mas sim com o controlo e domínio da Ásia Central, da região do Golfo e de outras regiões regiões geo-estrategicamente importantes, com o recursos de gás e petróleo, conservação dos privilégios de poucos poucos nas metrópoles e com os lucros das grandes empresas, bancos e indústrias de armamento. Por isso, nos mobilizamos, tal como no ano passado, juntamente com a coordenação Suíça anti-OMC contra o encontro da elite económica, em 25 de Janeiro de 2003, em Davos e contra o encontro na elite militar, no dia 8 de Fevereiro, em Munique.
A resistência não pode ser detida!
Em 2002 tivemos, apesar da proibição de manifestações durante 3 dias, uma manifestação com milhares de pessoas contra a conferência da guerra em Munique. A tentativa de calar os que se opõem a política assassina da NATO com proibições e violência policial e tentar deter os protestos, antes mesmo de começarem, falhou. Esta anulação dos direitos civis não foi aceite. A tentativa de criminalizar a manifestação com a difamação de "caótica" e "violenta" também falhou. O mote da última manifestação - "de Génova a Munique" - expressou o nosso objectivo político: unir os movimentos contra a guerra e a globalização capitalista. A expropriação global e a sua implementação forçada e militar são as duas faces da mesma moeda. Este foi, e ainda é, o ponto fulcral da mobilização: Denunciar e tornar claro que as estratégias militares da NATO e à União Europeia que: "Vocês não são bem vindos, aqui ou em qualquer outro lugar!"
Achamos que não é propósito do movimento de protesto ser amado pelos lideres do mundo. Somos uma coligação de vários grupos com diferentes conceitos de protesto e resistência. A diversidade não nos deixará dividir em "bons" e "maus", mas sim possibilitar que escolhamos a forma de protesto individualmente. Fazemos parte do movimento mundial de resistência que se tem vindo a desenvolver desde Seattle, Praga, Porto Alegre, Génova e Barcelona e que começa a trabalhar também contra a política de guerra dos países da NATO.
Apelamos a que tomes parte da manifestação internacional contra a Conferência para a Segurança da NATO, nos dias 7 e 8 de Fevereiro, em Munique.
Afiramos que os protestos contra a conferência da guerra terão lugar sob quaisquer circunstâncias. O nosso direito de expressão e o nosso direito à manifestação não podem ser banidos ou limitados por nenhuma proibição.
Anda a Munique.
A resistência continua. Juntos, determinados e criativos.
Um outro mundo é possível.
Os seguintes eventos já estão planeados:
Congresso contra a Guerra 10 a 12 de Janeiro na sede da central sindical (DGB-Haus)
Sexta-Feira \x{2013} 7 de Fevereiro
Manifestação de protesto contra a recepção dos estrategos da guerra por parte do presidente da câmara de Munique, às 17h00m, Marienplatz.
Sábado \x{2013} 8 de Fevereiro
Ma-nifestação Internacional: 12h00m, Marienplatz.
Primeiros subscritores:
First supporters:
ainfos.de, Antiapartheidsgruppe Kiel, Antifaschistisches Aktionsbündnis 9.6. Kaiserslautern, Antifaschistische Aktion Hannover, Antifaschistisch Kämpfen! (AKM) München, Arbeitskreis Internationalismus (AKI), area antagonista campana-Rete Noglobal (Napoli), AStA der Ev. Fh Nürnberg, ASTA der Geschwister-Scholl-Uni München, Auslandsbuero der Revoltionaere Partei Arbeit Iran (Red-Toufan), Autonome Gruppe mit BISS " Verein zur Förderung von Gegenkultur - Augsburg, Axis of Evil, Bundersweite Antimilitaristische Koordination - Krieg ist Frieden - (KiF), collettivo dell'orientale (Napoli), Deutscher Freidenkerverband München, DKP München-Moosach, DKP Südbayern, fels (für eine linke Strömung), FI Eierplätzchen Köln, FI Traunstein -Traunreut - Trosberg (FIT), Förderation demokratischer Arbeitervereine - DidF, Friede den Hütten e.V. - Bubach, Freitagscafe München, Gewerkschaft Erziehung + Wissenschaft GEW - München, IG-Metall-Jugend München, Infogruppe Rosenheim, KB-Nürnberg, kulturförderverein wichtig e.v. münchen, Landesausschuss der Studentinnen und Studenten (LASS) / GEW Bayern, Libertad!, Med-Kulturhaus München, moviment d'objecció de consciència (MOC-València, Spain), Münchner Bündnis gegen Rassismus, Netzwerk Selbsthilfe e.V., Ökumenisches Büro für Frieden und Gerechtigkeit e.V., Organisierte Autonomie - Nürnberg, pat-ex München, PAULA Memmingen, PDS " Landesverband Bayern, PDS Gruppe - Stadtrat München, PDS-München, PDS Landesverband Bayern, Rote Aktion Kornstraße (RAK) Hannover, RSB " Revolutionär Sozialistischer Bund - IV. Internationale, SDAJ " Gruppe Ansbach, SDAJ " Landesverband Bayern, SDAJ Bundesvorstand, SDAJ Gruppe München, SJD - Die Falken (Bezirk N/O), SJD " Die Falken, Regensburg, ['solid] - die sozialistische jugend Landesverband Bayern, Sozialistische Alternative (SAV), Sozialistische Linke Karlsruhe, Ver.di - Jugend München
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Ergänzungen